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Um dos quatro motores

SEO: o canal que continua depois que a verba acaba.

Mídia paga para de entregar no dia em que você desliga. Busca orgânica não. A contrapartida é que ela demora a ficar de pé e não resolve mês ruim. Eu trato SEO como o motor que derruba o custo médio de aquisição ao longo do tempo, e que por isso precisa começar antes de você precisar dele.

O que esperar

Busca orgânica cobra caro no começo e barato depois.

Eu prefiro mostrar isso com conta de cliente em vez de promessa. Nas duas contas abaixo o orgânico virou a origem de menor custo do funil, e em nenhuma das duas isso aconteceu no primeiro trimestre.

01

O que aconteceu em duas contas

Número de cliente, com período e plataforma.

GWCloud, de 2022 a 2024

Tráfego orgânico 85% maior, leads vindos de busca 75% maiores e custo por oportunidade 32% menor. A autoridade de domínio saiu de 15 para 25 no período. No GA4, as sessões orgânicas foram de 26.078 para 48.312. O case completo está publicado aqui.

Britannica Education, em nove meses

Tráfego orgânico dobrado começando pela manutenção técnica, não pela produção de conteúdo. O lead de busca virou o de menor custo de aquisição do funil. O case completo está publicado aqui.

02

Por que demora

O Google precisa rastrear, indexar e comparar antes de decidir.

O que acontece nos primeiros meses

Correção técnica, reescrita do que já existe e publicação do que falta. Nessa fase o gráfico costuma andar de lado, e é justamente a fase que o cliente tem vontade de cancelar. Eu combino uma leitura em noventa dias com o que dá para medir até lá, que é cobertura de índice e posição média, não receita.

Erro comum

Contratar SEO para resolver um mês de matrícula fraca. Para isso existe tráfego pago, que liga e desliga na mesma semana. Usar orgânico como socorro gera frustração dos dois lados.

Como eu trabalho

Quatro frentes, e publicar mais é a última delas.

A maior parte do ganho que eu vi em conta de cliente veio de arrumar o que já existia. Produzir página nova só compensa depois que o que está no ar consegue ser encontrado.

01

Arrumar a base antes de escrever

Página que não carrega e não indexa não ranqueia, por melhor que seja o texto.

O que eu olho primeiro

Cobertura no Search Console, velocidade no celular, título e descrição duplicados, canonical apontando para o lugar errado e página órfã, que existe mas não recebe link de lugar nenhum. Na Britannica esse foi o trabalho que dobrou o tráfego, antes de qualquer artigo novo.

Erro comum

Começar um calendário editorial em cima de um site que o rastreador tem dificuldade de ler. Você paga por conteúdo que ninguém vai encontrar.

02

Intenção antes de volume

Palavra com muita busca e nenhuma intenção de compra enche relatório e não enche turma.

Como eu separo

Eu classifico cada palavra por quem está do outro lado e pelo que ela pede em seguida. Quando eu levantei o mercado educacional para montar as páginas deste site, o termo com mais volume no setor era frase de homenagem a professor, com centenas de milhares de buscas por mês e nenhuma relação com matrícula. Já captação de alunos tinha 320 buscas mensais e dificuldade baixa.

O que eu faço com isso

Palavra de pouco volume e muita intenção vira página de serviço. Palavra de muito volume e pouca intenção, quando entra, entra como artigo de topo, sabendo que ela não vai converter sozinha.

03

Uma página por pergunta

Duas páginas disputando a mesma busca atrapalham uma à outra.

Como eu organizo

Cada assunto tem uma página principal, que responde a pergunta inteira, e artigos que aprofundam um pedaço e apontam de volta para ela. É assim que este site está montado: a página de captação de alunos é o centro, e cada etapa do funil tem um artigo próprio.

Erro comum

Escrever três artigos parecidos sobre o mesmo tema para preencher calendário. O Google escolhe um e ignora os outros, e você pagou pelos três.

04

Autoridade vem de fora

Quem fala de você pesa mais do que o que você fala de si.

Como eu trabalho

Pauta que jornalista quer publicar, presença nos lugares que o seu mercado consulta e dado próprio que vale ser citado. No Grupo Malunga, uma pauta gerou 166 publicações editoriais espontâneas com R$ 351 investidos, e o case está aberto aqui.

Erro comum

Comprar link em site sem público. Custa dinheiro, não traz visita nenhuma e hoje tem risco de penalização.

Como eu meço

Posição é sinal. O que decide verba é custo por venda.

Eu acompanho três camadas no mesmo relatório mensal. A de cima existe para saber se o trabalho está andando, e a de baixo para saber se ele está pagando. Quem olha só uma das duas erra a decisão.

01

Cobertura e posição

O primeiro sinal de que a base foi arrumada.

O que eu olho

Quantas páginas o Google conseguiu indexar, quantas ele recusou e por quê, e a posição média das buscas que interessam. Tudo pelo Search Console, com a data da coleta anotada.

Cuidado

Posição média do site inteiro não diz nada, porque junta busca de marca com busca de compra. Eu separo os dois grupos antes de comparar.

02

Lead de busca, não sessão

Visita orgânica que não vira contato é gráfico bonito.

O que eu isolo

Um segmento só de orgânico no GA4, com a conversão medida nele separadamente. Na GWCloud foi assim que ficou claro que o crescimento de 85% em tráfego tinha virado 75% a mais de lead, e não só audiência.

Por que separado

Orgânico e pago convertem em ritmos diferentes. Misturar os dois na mesma média esconde o que cada um está fazendo.

03

Custo de aquisição por canal

O número que decide se o orgânico continua no orçamento.

Como eu fecho a conta

Custo do trabalho dividido pelo número de vendas que vieram de busca, com a origem carregada até o CRM. Isso só funciona se o rastreamento estiver de pé, e é por isso que eu arrumo a marcação antes de começar.

Erro comum

Comparar o custo do orgânico no mês em que ele foi pago com a venda que ele gera meses depois. A conta honesta olha um período longo, não o fechamento do mês.

Perguntas que eu recebo

O que costuma vir antes de contratar.

Pergunta 01

Em quanto tempo eu vejo resultado?

Depende do estado do site e do quanto de conteúdo já existe. Nas duas contas que eu mostro nesta página, o movimento consistente apareceu entre o sexto e o nono mês, e o ganho maior veio depois disso. Eu não prometo prazo: combino uma primeira leitura em noventa dias, com cobertura de índice e posição, e a decisão de continuar sai desse dado.

Pergunta 02

Preciso publicar artigo toda semana?

Não. Cadência fixa é boa para a agenda de quem produz e indiferente para o buscador. O que pesa é cobrir o assunto inteiro e manter o que já está no ar atualizado. Reescrever um artigo que ranqueia na segunda página costuma render mais que publicar um novo.

Pergunta 03

SEO e GEO são a mesma coisa?

Não, mas hoje um depende do outro. As respostas geradas por assistentes de IA costumam citar páginas que já estão bem posicionadas na busca tradicional. Eu trato GEO como uma camada em cima do trabalho de SEO, e não como substituto dele.

Pergunta 04

Funciona para escola e faculdade?

Funciona melhor onde a decisão passa por pesquisa comparativa, que é o caso de graduação, pós e curso técnico. No ensino básico o peso maior é geográfico e de indicação, então eu começaria por captação e só depois investiria aqui. Vale dizer que o volume de busca do setor educacional é menor do que parece: a maior parte dele é aluno e professor procurando outra coisa.

Pergunta 05

Quem faz a parte técnica e o site?

Quando o gargalo é base técnica ou construção de site, eu trabalho junto com a Pipa Marketing, que é a operadora de SEO do grupo e atende empresas de tecnologia B2B. Quando o gargalo é o atendimento que recebe o lead de busca, a conversa vai para o Laço, que é CRM de WhatsApp com rastreio de origem. Eu digo qual dos dois faz sentido no seu caso, e nenhum deles é obrigatório para trabalhar comigo.

Descubra onde o seu funil está perdendo dinheiro.

Eu leio a sua operação inteira, aponto os vazamentos e digo o que corrigir primeiro. Você decide se quer fazer sozinho ou comigo.

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